Priscila Lopes: a administradora que faz a diferença por meio do seu trabalho.

Carioca da gema, Priscila Lopes encontrou em Porto Velho uma oportunidade para ampliar sua experiência profissional.

Filha de Lizelle Cristina Monteiro Lopes e Nelson Lopes Filho, ela é a irmã do Felipe, de 23 anos, e da Arianne – de 31 anos.

Durante a infância, viveu rodeada de tios, tias, primos e avós. E mesmo sendo tímida, gostava muito de brincadeiras em grupo, de acordo com o seu relato.

Na escola, segundo ela, não era a melhor aluna da classe, mas sempre passava direto. E matemática era uma matéria que lhe despertava bastante interesse.

Formada em Administração pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca do Rio de Janeiro (CEFET-RJ), hoje ela integra o quadro de servidores da Procuradoria Geral do Estado e faz parte da comissão de Planejamento Estratégico – um marco para a Instituição que, em mais de 3 décadas, nunca teve um planejamento nesse formato realizado.

Sempre muito solícita e comprometida com o que faz, Priscila é reconhecida, especialmente, por todos os novos servidores, afinal, ela que entra em contato para dar a notícia da nomeação e também é quem cuida dos detalhes da posse.

Para conhecer um pouco mais do percurso percorrido até sua aprovação no concurso da PGE e da sua trajetória dentro da Instituição, acompanhe a entrevista a seguir.

Priscila Lopes em sua estação de trabalho.

Qual a maior saudade que você tem da sua cidade natal?

Além da família?! (risos) Além da família é o que a cidade me proporciona em relação à lazer, cultura, e passeios de uma forma geral.

O que você mais gosta em Porto Velho?

É uma cidade tranquila, tudo é muito perto e o horário de trabalho me permite desfrutar mais do tempo e resolver mais coisas.

Qual a sua experiência profissional antes da PGE?

Na faculdade em fiz estágios em empresas públicas: primeiro dentro do próprio CEFET, no setor de Licitações e Contratos; depois na Furnas, no setor de Operações de Risco; e por último eu fui para a Receita Federal e estagiei no RH de lá. Quando saí da faculdade eu fiquei estudando para concurso e nesse meio tempo eu dei aulas particulares para crianças. Também empreendi junto com minha irmã em uma empresa de doces por algum tempo, logo que cheguei em Porto Velho.

Quando ingressou na PGE e como foi?

Ingressei em 12 de julho de 2017. No começo foi um pouco difícil o processo de adaptação, mas depois foi melhorando. É um processo. Com o tempo a gente vai se ambientando.

Como era a PGE quando entrou?

Eu percebo que com as nomeações que vieram depois que eu entrei, que foi o que eu pude acompanhar, ficou perceptível a melhora na fluidez do trabalho dos setores. Os procuradores sempre vinham aqui solicitar por nomeações porque eles precisam de pessoas para auxiliar no trabalho desenvolvido. E agora, após a entrada desses novos servidores, é notório que o fluxo de trabalho melhorou.

O que você acha que representa para a PGE a realização do concurso da carreira de apoio?

Eu acredito que seja o primeiro passo para uma estruturação institucional de forma mais planejada e organizada. Ter esse capital humano de uma certa forma, renovado, traz oxigenação para a Instituição.

Qual, você acredita ser, a sua maior contribuição para a PGE até agora?

Eu, de forma mais direta, estou contribuindo para o setor de Recursos Humanos que é onde eu estou lotada. Acredito que o meu trabalho, somado ao da equipe, tem ajudado na estruturação do setor. E de forma mais ampla, tem a comissão do Planejamento Estratégico da qual eu faço parte e que tem o intuito de trazer melhorias para a PGE. Nós, por meio desse projeto, já conseguimos definir uma missão, visão e valores para a Procuradoria, o que sistematizou a identidade organizacional, item de extrema importância para toda e qualquer Instituição porque é com base nessa identidade que tudo se baseia. Os objetivos, metas, e tudo que for pensado para a PGE deve estar alinhado com a identidade organizacional. Ainda temos outras etapas até concluir todo o trabalho, mas acredito que já tenha sido uma contribuição significativa.

Qual o momento você recorda ter sido mais marcante durante sua carreira na PGE?

Quando nós iniciamos o planejamento porque foi onde eu mais atuei na minha área como administradora. Pude colocar em prática a teoria que eu vi na faculdade.

Foi muito interessante também pelo fato de ter me possibilitado conhecer não apenas todas as Setoriais, mas as Procuradorias Regionais e a Representação em Brasília. Eu tive um contato mais direto com os servidores.

No RH eu tenho contato com muitos colegas de trabalho, mas nem sempre eu sei quem eles são fisicamente e foi muito bom identificar quem são essas pessoas face a face. Depois disso, passei a ter uma visão mais abrangente da PGE.

André Brum e Priscila Lopes em reunião do Planejamento Estratégico.

Qual o seu sentimento em relação à PGE?

Eu quero muito contribuir para a estruturação da PGE porque acredito que exista esse potencial para a Procuradoria ser um órgão de referência. E no que eu puder ajudar para alcançar essa meta, eu ajudarei. Então acredito que seja um sentimento de disponibilidade profissional para oferecer o meu melhor.

Se você fosse agradecer alguém da PGE, quem seria e por quê?

Têm algumas pessoas que me ajudaram muito, que eu considero até “mães” porque me abraçaram com tanto carinho que eu sou muito grata. Tanto a Geanny, que é a minha chefe, como a Theila, que é chefe do RH, elas me ensinam muito. Tudo que eu preciso eles estão dispostas a me mostrar como faz, direcionar… A própria Maristela também me acolheu de forma muito afetuosa. Todas elas são muito humanas. Eu sei que são pessoas que eu posso contar. Se eu tiver alguma dúvida sei que elas irão me orientar da melhor forma possível.

O que a Priscila de hoje, diria para a Priscila que ingressou em 2017?

Eu não gosto de mudança. Então eu diria algo como “take it easy”. Vai dar tudo certo! Dê o seu melhor e aprenda tudo que for possível.

Quais os planos para o futuro?

Quero progredir profissionalmente, me capacitar cada vez mais. Estou finalizando uma pós, mas não pretendo parar por aí. É só o início.

Qual a mensagem que você deixaria para quem deseja prestar concurso para a PGE-RO?

Vem que aqui tem como aprender muito e a PGE é uma instituição que está em fase de crescimento, o que propicia oportunidades no âmbito profissional e de aprendizagem.

Uma frase para finalizar.

Não temas! É o que eu sempre mentalizo para enfrentar todos os desafios que a vida impõe.

O que os colegas de trabalho falam sobre Priscila Lopes:

” A Priscila traz para PGE duas grandes vantagens: a formação em um grande centro empresarial (Rio de Janeiro) – o que nos traz diversas ideias bastante inovadoras – e a maleabilidade de alguém que está disposta a ensinar, aprender e trabalhar. Com ela não tem tempo ruim; não foge do trabalho. O que pedirem, ela faz.

Na comissão do Planejamento Estratégico nós conseguimos dividir as tarefas e adequar as habilidades. Com ela tenho aprendido um pouquinho sobre como é ser gestor; ela me traz o equilíbrio necessário e a competência para desbravar algo que não é da minha área de atuação. Sempre doce, com a voz mansa, ela consegue nos conduzir pacientemente pelas mais diversas teorias da Administração sem perder a humanidade e a praticidade.

A preocupação da Priscila com o próximo é muito notável. Ela não consegue fazer nada sem pensar no impacto que isso tem sobre as pessoas. Isso externaliza o bom coração dessa amiga e conterrânea, que com um tímido “jeitinho carioca” conquista todo mundo”.

André Luiz de Oliveira Brum – Analista Processual e integrante da Comissão de Planejamento Estratégico

“Com a chegada da Priscila, conseguimos estruturar melhor o setor de RH dando celeridade aos processos e organizando de forma mais eficiente as demandas. Ela é parte fundamental na equipe da PGE, pois trabalha em um setor que lida com ativo mais importante da Instituição – que são as pessoas.

Como principais qualidades eu posso destacar o quanto ela é prestativa e sempre está disposta a ajudar quem precisa. É também muito interessada em aprender e o seu conhecimento técnico, na área da administração, tem contribuído de maneira significativa para o desenvolvimento do Planejamento Estratégico do qual ela faz parte da comissão”.

Geanny Márcia Barbosa – Gerente Administrativa e Financeira

Fonte
Texto: Ana Viégas
Fotos: Ana Viégas



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